Orientações básicas para solicitar pensão por morte

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Postado dia 21 de novembro de 2025 por


Embora essa situação seja sempre decorrente de um fato desagradável (o falecimento de um ente querido), entender como solicitar a pensão por morte é indispensável para minimizar o impacto financeiro diante desse imprevisto. O benefício é destinado justamente a garantir a continuidade financeira dos dependentes de um segurado do INSS (o Instituto Nacional do Seguro Social) após seu óbito. No entanto, após as transformações trazidas pela Reforma da Previdência de 2019 e pelas novas regras impostas nos últimos anos, é preciso repassar quem tem efetivamente direito a tal benefício e como se dá o processo de liberação dos pagamentos.

O que é e qual o objetivo da pensão por morte?

A pensão por morte é paga pelo INSS aos dependentes de um segurado falecido. Ou seja, isso assegura que eles possam manter um padrão mínimo de estabilidade financeira, conforto e qualidade de vida. Em resumo, considera-se que o segurado do INSS é todo aquele que:

Qual o passo a passo para fazer a solicitação?

O pedido deve ser feito por meio do aplicativo, do site do INSS ou em uma agência da Previdência Social. O comparecimento a um posto de atendimento pode ser solicitado quando houver necessidade de avaliação médico-pericial. Já a documentação exigida inclui comprovantes de vínculo com o falecido, documentos pessoais e certidão de óbito. Em caso de morte decorrente da atividade profissional, será preciso garantir o registro de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). O INSS pode solicitar outras documentações pertinentes conforme a situação.

Quem tem direito a esse benefício?

De acordo com o próprio Ministério da Previdência Social, os beneficiários desse direito são classificados conforme a seguinte ordem:
  1. Cônjuge ou companheiro(a), além de filhos menores de 21 anos ou inválidos (com algum tipo de deficiência grave, por exemplo);
  2. Pais que dependem economicamente da pessoa que faleceu (necessária comprovação);
  3. Irmãos menores de 21 anos e/ou de qualquer idade, quando comprovada a invalidez.
Vale destacar que a existência de um dependente em um dos requisitos exclui o direito dos dependentes das classes subsequentes. Portanto, se houver dependentes na primeira categoria (cônjuge ou filhos, por exemplo), os grupos seguintes (pais e irmãos) não terão direito ao benefício.

Regras vigentes em 2024

Com as atualizações recentes, o valor da pensão por morte sofreu alterações. Agora, o benefício inicial é de 50% do valor da aposentadoria que o falecido recebia ou teria direito, acrescido de 10% por dependente. Na somatória, o limite é de 100% da aposentadoria. Em geral, os valores são calculados a partir da data da solicitação, desde que respeitados os prazos de 90 dias após o óbito. Em casos de óbito decorrente de acidente de trabalho ou de dependente inválido, o cálculo é feito com base na média salarial, respeitando os limites do INSS. Já o período de pagamento do benefício varia conforme a idade do cônjuge no momento do falecimento do segurado, independentemente da data em que isso ocorreu. Nesse sentido, a duração do recebimento da pensão é de É indispensável que tenham sido registradas 18 contribuições mensais, no mínimo, à previdência ou o casamento/união estável tenha sido de, pelo menos, dois anos. Caso contrário, o pagamento é feito por apenas quatro meses.

A necessidade de assistência jurídica para solicitar pensão por morte

A Reforma da Previdência, em vigor desde novembro de 2019, trouxe mudanças significativas nos benefícios previdenciários. Além das novas regras de cálculo do benefício, a reforma também alterou a duração do benefício conforme a idade do cônjuge sobrevivente, entre outras minúcias. Ainda que não seja obrigatório, a orientação de um advogado previdenciário para solicitar pensão por morte pode ser crucial para esclarecer dúvidas e garantir que todas as etapas do processo sejam cumpridas corretamente e de forma ágil.

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