Combate ao alcoolismo: como identificar e ajudar alguém dependente de álcool?

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Postado dia 1 de fevereiro de 2019 por


 

É muito comum sair com amigos e beber algumas cervejas. Ou jantar com o marido e tomar um vinho. Mas até quanto é saudável o consumo de álcool? Existe um limite? O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, celebrado no dia 18 de fevereiro, lembra os efeitos do álcool, que podem ter graves consequências.

Apesar de ser aceito pela sociedade, o álcool oferece uma série de perigos tanto para quem o consome quanto para as pessoas que estão próximas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que o consumo de álcool contribui para mais de 3 milhões de mortes em todo o mundo a cada ano e mais de 5% da carga global de doenças e lesões.

De acordo com a organização, o álcool é uma substância psicoativa com propriedades que podem causar dependência, além de levar a uma grave doença, um ônus social e econômico nas sociedades.

 

Como saber se estou exagerando no consumo de bebidas alcoólicas?

Atualmente, segundo a OMS, o consumo médio diário de uma pessoa é de 33 gramas de álcool puro. Isso equivale a uma garrafa de cerveja (750ml), dois copos de vinho (150ml cada) ou duas doses de bebidas destiladas (40 ml cada). Isso se enquadra no famoso “beber socialmente”, comportamento adotado por muitas pessoas e que não parece perigoso.

Porém, especialistas afirmam que não existe um nível saudável e seguro para o consumo de álcool. O ideal é não ingerir bebidas alcoólicas, pois sempre há riscos. Portanto, é importante tentar evitar o álcool sempre. Mas isso não quer dizer que se você consumir bebida alcoólica, ou até mesmo exagerar uma vez, você pode estar viciado em álcool. A questão é sempre buscar o controle e equilíbrio.

 

Como identificar o alcoolismo?

Segundo o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, o alcoolismo é a dependência do álcool, ou seja, uma doença crônica e multifatorial. São vários os fatores que definem o diagnóstico de dependência. Além do uso repetido do álcool, o alcoolismo está associado com vários sintomas, como:

A pessoa viciada em bebida sofre alterações cerebrais que mexem com seu autocontrole e interferem em sua capacidade de resistir aos impulsos de beber. Mesmo depois de se tratar e ficar anos sem consumir nada, uma recaída sempre pode surgir. Por isso, é preciso manter o cuidado médico.

A OMS oferece um teste que serve como um primeiro passo para identificar quem pode estar exagerando e bebendo demais. Você pode conferir o teste neste link.

 

Como ajudar alguém dependente de álcool?

Caso perceba alguns dos sintomas citados no texto em um parente ou amigo, é importante não desistir de ajudá-lo. Acolha-o e oriente-o a buscar ajuda especializada. É muito difícil que um alcoólatra perceba seu vício e assuma que precisa de ajuda. Ele pode até ter consciência de que abusa do álcool, mas leva tempo para admitir que se tornou dependente. Confira algumas dicas de como conversar com o dependente:

Compreensão, apoio e disposição para fazer refletir é o melhor caminho. Depois disso, é preciso buscar ajuda. Cada pessoa pede um tipo diferente de tratamento que tem a ver com o grau de dependência e que será determinado por especialistas em saúde.

 

Existem diversas clínicas de reabilitação particulares e outros locais públicos, como os chamados CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas), que estão espalhados pelo país.

 

Se estiver passando por algum problema ou situação semelhante, você pode entrar em contato com o Programa de Apoio ao Empregado.

 

 

Esse conteúdo foi desenvolvido pela Latinmed, agência de comunicação e marketing para área de saúde; e validado pela CGP Brasil, especializada em Programas de Assistência ao Empregado.

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