Depressão: para combater, precisamos conhecer

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Postado dia 19 de maio de 2015 por


Estar deprimido se tornou sinônimo de tristeza, algo comum e pouco saudável. Mas é preciso entender que a depressão é uma doença que pode ser grave, tem sintomas identificáveis e deve ser tratada.

A pessoa com depressão tem alterações químicas no cérebro que afetam a transmissão de impulsos nervosos entre as células. A doença provoca sintomas como diminuição do humor, da energia, perda de interesse, falta de apetite e fadiga.

No Brasil a doença é bastante comum, segundo a Organização Mundial da Saúde. Cerca de 10,8% da população apresenta o distúrbio, que foi responsável por 467 mortes em 2012, último dado disponível, de acordo com dados do Datasus. Nos últimos 16 anos, o número de mortes relacionadas com depressão cresceu 705% no país.

A depressão pode ser leve, moderada ou grave, dependendo do número e a gravidade de sintomas.

Na forma leve da doença o depressivo é capaz de continuar a desempenhar suas atividades, pois apresenta de dois a três sintomas. A partir de quatro sintomas a doença se torna mais grave e o paciente começa a ter mais dificuldade para manter sua rotina.

O risco de morte por suicídio, desidratação ou desnutrição é alto e, por isso, é importante ficar atento aos sintomas e procurar a ajuda de um médico o quanto antes.

Por apresentar sintomas mais associados a fatores psicológicos, a depressão costuma ser tratada como um problema emocional. E ainda há muito preconceito em procurar ajuda, o que pode agravar o quadro.

O ritmo da vida moderna, principalmente nos grandes centros, é uma das principais causas para uma maior incidência da depressão. O estresse e a competitividade profissional, por exemplo, colaboram para o aparecimento da doença, que também tem origem genética.

Fique atento aos sintomas da depressão:

— Perda do humor
— Desânimo, cansaço, fadiga
— Falta de prazer para as atividades do dia a dia
— Perda de interesse
— Falta de concentração
— Dificuldade de pegar no sono e/ou despertar matinal precoce, várias horas antes do habitual
— Falta de apetite
— Diminuição da autoestima e da autoconfiança, muitas vezes associada a sentimentos de culpa e/ou indignidade
— Lentidão psicomotora importante
— Agitação
— Perda da libido
— Alucinações e outros sintomas psicóticos (nos casos mais graves)

Sintomas fisiológicos como descompasso cardíaco, boca ressecada, constipação, dores de cabeça e alterações digestivas também pode aparecer em alguns casos.

Caso desconfie estar sofrendo de depressão, ou de que algum familiar ou amigo se enquadra nos sintomas descritos, o melhor é procurar um médico.

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