Síndrome do pânico

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Postado dia 2 de março de 2015 por


Uma súbita sensação de medo, terror, angústia, ansiedade, sensação de morte iminente, perda do controle de si mesmo. É assim que se sente alguém com síndrome do pânico.

A síndrome do pânico, um transtorno caracterizado por aspectos físicos e psíquicos, faz com que a pessoa tenha diversos ataques de pânico, em que o corpo reage como se estivesse frente a um perigo. O desconforto e a sensação de medo e de morte iminente vêm acompanhadas de palpitações, falta de ar, sudorese, vertigens, dor no peito, náuseas e tonturas.

Os ataques podem ocorrer a qualquer momento e é comum que se repitam com alguma frequência. Por isso, a pessoa com síndrome do pânico passa a evitar sair de casa, por se sentir insegura e ter medo de ter novos ataques.
O transtorno atinge cerca de 2% da população e é duas vezes mais frequente nas mulheres. Ele começa na adolescência ou no início da idade adulta e pode ser de longa duração.

Como a origem do transtorno também pode estar ligada ao uso de substâncias como medicamentos ou drogas ilícitas, é fundamental verificar se o pânico foi causado por outras patologias. O tratamento, portanto, combina medicamentos com terapia comportamental.

A melhora costuma acontecer ao longo do tempo e, por isso, é importante não abandonar o tratamento. Psicólogos afirmam que 80% dos pacientes voltam a ter crises de pânico em até quatro semanas se o tratamento for interrompido.

Exercícios físicos também podem ser aliados no tratamento da síndrome do pânico. O prazer ligado à pratica de atividades físicas ajuda pacientes a experimentarem os sintomas do pânico, como palpitação e sudorese, em uma situação agradável.

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